Sábado, 20 de Junho de 2009

O que cai por dentro

Não fica aquietado

O peito lamaçento

Refocila o estragado.

 

Ando, ando, ando

(circularmente)

pra ficar parado - estagnado.

Até quando?

Pilhas lado a lado.

Em-pi-lha-do.

 

Sou vítima de nada

Choro pelo avesso, ao contrário

O riso que ecoa na face

Como tinta nanquim é disfarce

Finjo não ser frágil pra poder ser frágil em paz.

Pra poder deixar pra trás ; o que não deixo pra trás.

 

...jamais.

 

 

 

 

 



publicado por Juliana Correia às 17:20 | link do post | favorito

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